sexta-feira, 16 de agosto de 2013

BARBARELLA NO PROGRAMA RUÍDO URBANO



BANDA BARBARELLA NO PROGRAMA RUÍDO URBANO DA RÁDIO FEDERAL EM ENTREVISTA JUNTAMENTE COM A BANDA GNOMOS DA JAMAIKA SOB A BATUTA DO MAESTRO JULIO MOTTA E TRABALHOS TÉCNICOS DE PAULA.
PARA OUVIR O PROGRAMA BASTA ACESSAR O SITE WWW.RADIOFEDERAL.COM.BR E CLICAR EM PODCAST E ESCOLHER O ARQUIVO.



terça-feira, 13 de agosto de 2013

A VOLTA DO ROCK NA RUA! COM A BANDA BARBARELLA NO CHURRASQUINHO AFTOSA


BANDA BARBARELLA NO ROCK NA RUA! DIA 10 DE AGOSTO DE 2013 NESTE DIA, ALÉM DE MUITO ROCK AUTORAL COM AS BANDAS BARBARELLA, O VERDE, BIGORNAS VOADORAS E DÍNAMO Z, FOI A INAUGURAÇÃO OFICIAL DA BIBLIOTECA COMUNITÁRIA DA QNG LOCALIZADA NO MEZZANINO DO QUIOSQUE E COORDENADA AGORA PELO VALENTE E INCANSÁVEL GUERRILHEIRO CULTURAL MARCELO POMPOM, RESPONSÁVEL POR VÁRIOS FANZINES E POR MANTER ACESA A CHAMA DO "UNDERGROUND"




BOB VANDERLEY - CONTRABAIXO E VOCAL





ALESSANDRO BARROS - BATERIA E VOCAL


SÉRGIO PASSOS - GUITARRA E ÓRGÃO





ROBSON GOMES - GUITARRA E VOCAL







BANDA BARBARELLA EM AÇÃO NO CHURRASQUINHO AFTOSA NA QNG EM TAGUATINGA

terça-feira, 6 de agosto de 2013

A VOLTA DO ROCK NA RUA!








ROCK NA RUA !





ROCK NA RUA! é um projeto criado, desenvolvido e produzido pela cooperativa de bandas e artistas das cidades-satélites MÓDULO B. A crônica falta de espaços para apresentações, a necessidade de expressão e a crescente demanda de artistas são os motivos que levaram à criação do projeto.

O ROCK NA RUA! tem como objetivo de divulgar os artistas locais e dar expressão às suas mais diversas manifestações e colocá-las em contato mais íntimo com o público, provocando o diálogo com novas linguagens e a interação dos artistas entre si e com o público. Além de consolidar o exercício da cidadania por meio da cultura como forma de inclusão social apresentando alternativas de lazer e reflexão.

Bandas independentes e artistas locais apresentando seus trabalhos autorais com equipamento de qualidade, em lugares informais, na frente de casas, quiosques, ruas, a céu aberto ou onde permitirem a música e a atitude. Não há cobrança de ingresso, mas a arrecadação de doações de agasalhos, alimentos não-perecíveis, brinquedos e livros usados para utilização em bibliotecas comunitárias. O público é composto por convidados das bandas, admiradores do projeto e transeuntes que dispensam sua atenção à iniciativa.

O concreto já rachou há muito tempo e as ruas do Distrito Federal foram invadidas pelas bandas da MÓDULO B.

 Portanto, fique atento ! A revolução pode estar começando numa rua perto de você!





MÓDULO B & ROCK NA RUA
Apresenta : ROCK NO AFTOSA

Com as bandas :

DÍNAMO Z [https://www.facebook.com/pages/Dínamo-Z/]

BARBARELLA - [http://palcomp3.com/bandabarbarelladf/]

BIGORNAS VOADORAS - [https://www.facebook.com/bigornas.voadoras]

O VERDE - [https://www.facebook.com/bandaoverde]

Inauguração da BIBLIOTECA COMUNITÁRIA.
QNG 3 Área especial, Churrasquinho Aftosa
Marcelo Pompom - [https://www.facebook.com/marcelo.pompom.3]
Neste sábado estaremos aceitando doações de livros para nossa biblioteca.
[http://youtu.be/U8rIjswBgjY]

Apoio:
UM INFORMATIVO DA ASSOCIAÇÃO CULTURAL MÓDULO B E DO CENÁRIO INDEPENDENTE DO DF.
http://radarsatelite.blogspot.com.br/

O PROGRAMA MAIONESE ALTERNATIVA DA RÁDIO ABRAÇO.
https://www.facebook.com/pages/Maionese-Alternativa/343425255686178?fref (4 fotos)


Valorize as Bandas e a Cultura da sua Cidade!
Partícipe!
  


terça-feira, 25 de junho de 2013

O PROGRAMA MAIONESE ALTERNATIVA DA RÁDIO ABRAÇO


Maionese Alternativa está de volta!

                                         

                                                A maionese é um acompanhamento que combina com várias refeições, principalmente em datas comemorativas familiares. Mas se de maionese nem todo mundo gosta, de música e viagem não há exceções. E é por isso que a Rádio Abraço NO AR (http://www.agenciaabraco.org.br/) traz de volta todas às segundas-feiras a partir das 20h, o  “Maionese Alternativa – Viajando o mundo com a música. O Programa é apresentado pelo jornalista Bruno Caetano, a blogueira Gabriela Silva, o músico, filósofo e produtor Robson Gomes e o “viajante musical” Cleber Aragão. Além de ser reprisado em vários horários alternativos da rádio web da Abraço (Associação Brasileira de Radiodifusão Comunitária), o maionese pode também ser veiculado pelas rádios comunitárias de todo o Brasil através do sinal da internet. 

LEIA MAIS SOBRE O PROGRAMA NO BLOG DO JORNALISTA BRUNO CAETANO





Para ouvir ao vivo todas as segundas-feiras a partir das 20h, acesse:
Para baixar a qualquer hora:

PERFIL NO FACEBOOK:

https://www.facebook.com/pages/Maionese-Alternativa/343425255686178?fref=ts


sábado, 15 de junho de 2013

O QUE ACONTECERIA SE JEAN-PAUL SARTRE E JAMES BROWN SE ENCONTRASSEM COM O KRAFTWERK E DESSEM UMA CANJA COM OS BEATLES NUMA RAVE NA FEIRA DE CEILÂNDIA ?





O desafio do rock autoral - a música resgatada ao status de arte.

 

Romper as barreiras dos gêneros- não fazer rock, não fazer pop, não fazer samba, não fazer mpb, não fazer funk, ou qualquer outro gênero. Não é mais uma categoria, é a música sem categorias, respeitando a bagagem existencial de cada um dos integrantes – sua historicidade.

Cada canção é um ensaio filosófico e antropológico sobre a pós-modernidade contada por meio de crônicas ou poemas musicados que usam personagens ou fatos ocorridos que passam a fazer parte da história da cidade e são incorporados  pelo imaginário popular e criam formas arquetípicas de conduta moral.

A construção da identidade de Brasília é a construção de uma identidade urbana. Responsabilidade transferida para as cidades-satélites, com contrastes sociais muito mais explícitos. A identidade urbana só é formada mediante a construção de uma ética, que é definida segundo um contexto sócio-econômico e cultural e, atualmente o acesso à informação também tem sido um fator de segregação.

Como toda obra de arte, a música não deve ser apenas absorvida pelo ouvido, mas pelos olhos, pelo cheiro, pelo tato, pelo paladar e principalmente, pela mente. Vivemos sob o império dos sentidos, caindo em suas armadilhas de consumo, sempre aceitando o novo ‘hype’, a arte excita a participação de todos os sentidos em nossa percepção do que está a nossa volta.

O nome da nossa banda é BARBARELLA e foi formada em ’96, na Ceilândia, periferia de Brasília. Muito do nosso som vem desse contexto suburbano, mas com diferenças inusitadas em relação a outras  cidades do Brasil. Aqui nós chamamos de Cidade-satélite.
  A influência desse contexto é a identificação nas canções do contraste entre paradigmas como a modernidade, expressa na arquitetura monumental,  a pós-modernidade, expressa pelo abismo sócio-cultural em que o avanço tecnológico não significa melhoria da vida dos cidadãos,  e um outro que seria o ultrapassamento desses dois, que mantém características dos dois primeiros – o pós-pop, uma espécie de “pós-pós-modernidade”.
Outro fator que caracteriza o som do BARBARELLA é a utilização de equipamentos ‘vintage’ e procurar uma sonoridade mais analógica, com amplificadores valvulados, reverb de mola, gravação em fita de rolo, órgão moog e hammond e as possibilidades de um estúdio analógico caseiro montado pela própria banda onde as experiências de texturas e linguagens podem ser melhor exploradas.
 
 

RESUMO DE VIDA - PONTOS DE RECORDAÇÃO DA HISTÓRIA DE UMA BANDA



Inicialmente como power trio e agora quarteto BARBARELLA,  faz um rock alternativo dançante com influências de rock de garagem do final anos 60 e da black music setentista. Distorcem o samba-rock e injetam psicodelia e acidez em grooves pesados e riffs de guitarra viajantes. Powerpop de primeira com refrões e letras ritmadas. A legítima mistura de rock de garagem e samba-rock  em canções autorais, urbanas e sinceras.

Possuem quatro ep´s independentes e um show envolvente, fazem um rock dançante com influências de anos 60, britpop e o soul nacional dos anos 70, letras bacanas e muitas referências ao folclore candango. Ares de Kinks, Small Faces e soul nacional dos anos 70, tipo Tim Maia, Hyldon e Jorge Ben das antigas. Também fazem parte do rock vanguardista da banda o indie rock ácido dos anos 90, como Charlatans, Happy Mondays e Stone Roses. 
         Linguagem contemporânea sobre uma sonoridade tradicional. Vão do suave intenso ao ritmo pesado, constroem um rock alternativo consistente e moderno, antenado com o que há de mais novo lá fora e aqui; dosam peso e swing, ritmo e melodia com simplicidade. Guitarras econômicas,  letras inteligentes e refrões ganchudos.


O NOME da banda é inspirado na heroína sensual dos quadrinhos que se aventurava em cenários de ficção científica psicodélicos nos anos ’60.

A SONORIDADE tem influências da psicodelia de garagem do fim dos anos 60, o indierock , britpop, o soul e o samba rock nacional dos anos 70, tudo sob um olhar rock´n´roll. As letras falam de fatos do cotidiano, do folclore brasiliense e seus conflitos existenciais,  personagens históricos e lendas urbanas que se tornam figuras arquetípicas de conduta moral na formação de uma identidade tão questionada do DF. A chacina de trabalhadores em empreiteira na época da construção de Brasília, o caso Mário Eugênio, a truculência da GEB, a origem das cidades satélites e seu cotidiano são fatos que são assimilados pelo imaginário popular, criando modelos de regras e dinâmicas sociais.



FORMADA EM 1997, hoje conta com a seguinte formação:



ALESSANDRO BARROS : Bateria, Percussão e vocal

BOB VANDERLEY: Contrabaixo e vocal

ROBSON GOMES: Guitarra e vocal

SÉRGIO PASSOS: Guitarra e órgão



A banda já lançou quatro EP’s independentes e participa com uma faixa da coletânea “AMP.SÔNICA” , lançada em 2000, do selo SOLARIS DISCOS de Natal/RN com mais onze bandas de várias localidades do país.


A banda também já marcou presença em festivais como : FESTIVAL CULT 22 (DF-2005), DESPERTAR CULTURAL (DF-2003, 2004, 2005), FESTIVAL FERROCK (DF-1999), FESTIVAL BANDEIT (DF-1998), FESTIVAL MÓDULO B (DF-2006), além de se apresentar nas principais casas e bares de Brasília, cidades-satélites e entorno do DF.